domingo, 17 de fevereiro de 2008

Faltas-me


Faltam-me as tuas asas anjo negro
Aquelas com que me embalavas antes de partires
O refúgio dos meus dias
O meu antídoto contra a solidão…

Não sei se algum dia ultrapassarei esta separação
Talvez nem nunca seja capaz de refazer-me
Continuo a fazer da minha alma pequenos pedaços
Mas faltas-me tu para os colar
Meus lábios reclamam por teus beijos
Meus braços ainda não se habituaram
à falta que os teus me fazem…

Vejo o teu espectro onde quer que vá
continua a assolar-me a lembrança do teu aroma,
da tua voz sedosa de veludo,
da dolorosa luz que emanavas
de cada esquisso teu que guardo,
nesta amalgama de pedregulhos
de escombros, em que a minha vida se tornou…

1 comentário:

Anónimo disse...

aqui vejo finalmente quem conheço! sim esta pessoa que escreve isto eu conheço e bem ! amiga camarada confidente parabéns! esta é a angel que eu a muito perguntava