sábado, 1 de março de 2008

Marioneta


Dia estúpido este
Parece que tudo a minha volta
acordou virado ao contrário
Ninguém faz ideia, alguém me pare!
Parece que as minhas ganas
de arma de destruição maciça
acordaram hoje mais activas, imparáveis
que nunca em qualquer momento estiveram…

Parece que hoje nada nem ninguém
para este comboio desvairado
Alguém me pare por favor a vontade de te encontrar
Parece que me estou a deixar levar por ti
Parem-me, parem este poema
Parem tudo!

Tu não és nem nunca serás o melhor para mim
Que vontade mais parva
Que falta de sentido de auto-preservação
Que falta de carácter e de amor-próprio,
Que raio de marioneta queres fazer de mim?

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