
Como posso encontrar-te se não te procuro
Como perder-te se não te tenho
Como perder-me se não saio do sitio
É estranha esta forma de ser
Ser, estar, pensar
Estranha forma de ser… estranha.
Quão revoltada posso ser
Sou tão parva
Não consigo controlar este reles temperamento ignóbil
Nem a ignobilidade deste meu coração perene.
Das cinzas todas as Fénix renascem
E leva-as o vento quando morre a devoção
Minha devoção já tem seu réquiem
Teu fantasma ainda me assola
Mas a Fénix ainda não voou… Porque não?
Como perder-te se não te tenho
Como perder-me se não saio do sitio
É estranha esta forma de ser
Ser, estar, pensar
Estranha forma de ser… estranha.
Quão revoltada posso ser
Sou tão parva
Não consigo controlar este reles temperamento ignóbil
Nem a ignobilidade deste meu coração perene.
Das cinzas todas as Fénix renascem
E leva-as o vento quando morre a devoção
Minha devoção já tem seu réquiem
Teu fantasma ainda me assola
Mas a Fénix ainda não voou… Porque não?

