terça-feira, 7 de outubro de 2008

A fénix... ainda não voou


Como posso encontrar-te se não te procuro
Como perder-te se não te tenho
Como perder-me se não saio do sitio
É estranha esta forma de ser
Ser, estar, pensar
Estranha forma de ser… estranha.

Quão revoltada posso ser
Sou tão parva
Não consigo controlar este reles temperamento ignóbil
Nem a ignobilidade deste meu coração perene.

Das cinzas todas as Fénix renascem
E leva-as o vento quando morre a devoção
Minha devoção já tem seu réquiem
Teu fantasma ainda me assola
Mas a Fénix ainda não voou… Porque não?

1 comentário:

Um Poema disse...

....

Obrigado pela visita.

Sobre a tua mensagem e a pergunta a respeito de como e onde fazer o registo de autor de propriedade intelectual, manda para o meu e-mail (identificado no blog) o teu endereço de correio electrónico e além das indicações necessárias, envio-te também, em anexo, os correspondentes impressos.

Um abraço