A história mudou, novos mundos, novos tempos, uma nova luz no horizonte, uma nova estrela paira por cima da minha cabeça... vou agarrá-la. Uma nova lua marca uma nova era...
A asas negras ficaram... Apenas as Asas.
E uma nova viragem na história prossegue...
http://www.reinodasasasnegras.blogspot.com/
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Matei o anjo negro

Matei o anjo negro dos meus devaneios
Acabei com o ultimo suspiro das negras asas
com que me atingia
e com que tingia de sombra e tristeza meu coração.
Deixei que a minha alma encontra-se finalmente a libertação
Que encontrasse finalmente o sossego apenas aos audazes permitido
Finalmente vejo novas cores
Que sobejam no arco-íris da minha existência
Descobri que és só tu
Que foste só uma lembrança
Uma assombrosa memória no baú dos sonhos
No baú dos pesadelos ignorados…
Não voltarei a ser mais um rosto da turba que te procura
Não voltarei agitar-me ou contorcer-me de revolta
Não voltarei a ser escrava dos pensamentos ou da minha alma…
Pudeste ser a luz que não foste
E da luz que te resta não fazes uso para iluminar
Agora que escolhes-te o teu caminho tem coragem de o seguir
Enquanto eu tive a mesma coragem de matar em mim tua inexistência.
A história mudou…
Acabei com o ultimo suspiro das negras asas
com que me atingia
e com que tingia de sombra e tristeza meu coração.
Deixei que a minha alma encontra-se finalmente a libertação
Que encontrasse finalmente o sossego apenas aos audazes permitido
Finalmente vejo novas cores
Que sobejam no arco-íris da minha existência
Descobri que és só tu
Que foste só uma lembrança
Uma assombrosa memória no baú dos sonhos
No baú dos pesadelos ignorados…
Não voltarei a ser mais um rosto da turba que te procura
Não voltarei agitar-me ou contorcer-me de revolta
Não voltarei a ser escrava dos pensamentos ou da minha alma…
Pudeste ser a luz que não foste
E da luz que te resta não fazes uso para iluminar
Agora que escolhes-te o teu caminho tem coragem de o seguir
Enquanto eu tive a mesma coragem de matar em mim tua inexistência.
A história mudou…
Uma definição de Dor

Dor
Uma definição de dor
Tão simplesmente verbalizar
A candura da agitação que me fazes sentir
Ver-te em cada rosto, em cada olhar, no meu caminho…
Ver-te no meu caminho enquanto tento esquecer que existes
Ver simplesmente os teus olhos através deste muro de vidro
Ver que juntos caminhamos sozinhos
Ver-te…
Olhar-te e não poder tocar teu rosto
Sentir que podes esfumar-te da minha presença
Como um produto efémero da minha imaginação
Cortejar a ironia do destino por te querer
E sofrer por seres quem quero sem ter
Dor, tão simples definir a dor de quando te vais
De quando tocas minha mão sem pensar
De quando me olhas sem sentir o meu olhar
De quando as tuas asas que te levam
Te trazem de volta sem ser para mim.
Dor, apenas a incessante dor de ser mais uma entre os teus pares
Apenas mais um vulto esquecido no meio da turba
Uma definição de dor
Tão simplesmente verbalizar
A candura da agitação que me fazes sentir
Ver-te em cada rosto, em cada olhar, no meu caminho…
Ver-te no meu caminho enquanto tento esquecer que existes
Ver simplesmente os teus olhos através deste muro de vidro
Ver que juntos caminhamos sozinhos
Ver-te…
Olhar-te e não poder tocar teu rosto
Sentir que podes esfumar-te da minha presença
Como um produto efémero da minha imaginação
Cortejar a ironia do destino por te querer
E sofrer por seres quem quero sem ter
Dor, tão simples definir a dor de quando te vais
De quando tocas minha mão sem pensar
De quando me olhas sem sentir o meu olhar
De quando as tuas asas que te levam
Te trazem de volta sem ser para mim.
Dor, apenas a incessante dor de ser mais uma entre os teus pares
Apenas mais um vulto esquecido no meio da turba
Desejos de Incongruência

Solidão a sós contigo
A avassaladora réstia do saber
Quão inválido é o castigo
De te crer sem te querer
Assolam-me teus braços a alma
Assolas-me todo o meu ser
Roubas-te indefinidamente a calma
De te ser sem te querer
Como quero sem querer teu ser
Como me assola tua lembrança
Porque loucuras de querer
Reacendes-te em mim esta esperança
Fui prisioneira sem o querer ser
Amarras-me a alma, o corpo, o querer
Como ser tua sem o ser
Como querer-te sem saber o teu querer
Borboletas, fervores, novo ser
E que quero eu sem querer
Como quero eu sentir e parecer
Que já não te quero continuando a querer
A avassaladora réstia do saber
Quão inválido é o castigo
De te crer sem te querer
Assolam-me teus braços a alma
Assolas-me todo o meu ser
Roubas-te indefinidamente a calma
De te ser sem te querer
Como quero sem querer teu ser
Como me assola tua lembrança
Porque loucuras de querer
Reacendes-te em mim esta esperança
Fui prisioneira sem o querer ser
Amarras-me a alma, o corpo, o querer
Como ser tua sem o ser
Como querer-te sem saber o teu querer
Borboletas, fervores, novo ser
E que quero eu sem querer
Como quero eu sentir e parecer
Que já não te quero continuando a querer
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