
Matei o anjo negro dos meus devaneios
Acabei com o ultimo suspiro das negras asas
com que me atingia
e com que tingia de sombra e tristeza meu coração.
Deixei que a minha alma encontra-se finalmente a libertação
Que encontrasse finalmente o sossego apenas aos audazes permitido
Finalmente vejo novas cores
Que sobejam no arco-íris da minha existência
Descobri que és só tu
Que foste só uma lembrança
Uma assombrosa memória no baú dos sonhos
No baú dos pesadelos ignorados…
Não voltarei a ser mais um rosto da turba que te procura
Não voltarei agitar-me ou contorcer-me de revolta
Não voltarei a ser escrava dos pensamentos ou da minha alma…
Pudeste ser a luz que não foste
E da luz que te resta não fazes uso para iluminar
Agora que escolhes-te o teu caminho tem coragem de o seguir
Enquanto eu tive a mesma coragem de matar em mim tua inexistência.
A história mudou…
Acabei com o ultimo suspiro das negras asas
com que me atingia
e com que tingia de sombra e tristeza meu coração.
Deixei que a minha alma encontra-se finalmente a libertação
Que encontrasse finalmente o sossego apenas aos audazes permitido
Finalmente vejo novas cores
Que sobejam no arco-íris da minha existência
Descobri que és só tu
Que foste só uma lembrança
Uma assombrosa memória no baú dos sonhos
No baú dos pesadelos ignorados…
Não voltarei a ser mais um rosto da turba que te procura
Não voltarei agitar-me ou contorcer-me de revolta
Não voltarei a ser escrava dos pensamentos ou da minha alma…
Pudeste ser a luz que não foste
E da luz que te resta não fazes uso para iluminar
Agora que escolhes-te o teu caminho tem coragem de o seguir
Enquanto eu tive a mesma coragem de matar em mim tua inexistência.
A história mudou…

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