
Solidão a sós contigo
A avassaladora réstia do saber
Quão inválido é o castigo
De te crer sem te querer
Assolam-me teus braços a alma
Assolas-me todo o meu ser
Roubas-te indefinidamente a calma
De te ser sem te querer
Como quero sem querer teu ser
Como me assola tua lembrança
Porque loucuras de querer
Reacendes-te em mim esta esperança
Fui prisioneira sem o querer ser
Amarras-me a alma, o corpo, o querer
Como ser tua sem o ser
Como querer-te sem saber o teu querer
Borboletas, fervores, novo ser
E que quero eu sem querer
Como quero eu sentir e parecer
Que já não te quero continuando a querer
A avassaladora réstia do saber
Quão inválido é o castigo
De te crer sem te querer
Assolam-me teus braços a alma
Assolas-me todo o meu ser
Roubas-te indefinidamente a calma
De te ser sem te querer
Como quero sem querer teu ser
Como me assola tua lembrança
Porque loucuras de querer
Reacendes-te em mim esta esperança
Fui prisioneira sem o querer ser
Amarras-me a alma, o corpo, o querer
Como ser tua sem o ser
Como querer-te sem saber o teu querer
Borboletas, fervores, novo ser
E que quero eu sem querer
Como quero eu sentir e parecer
Que já não te quero continuando a querer

Sem comentários:
Enviar um comentário