
Deixei-te ir outra vez meu anjo
Bolas, que raio de vida
Sabes, sinto-me incompleta
Sufocada, abafada nesta espécie de vida
Tal como ao vazio, resta-me o vazio insaciável desta vida…
O vazio desta inexorável forma de sofrer
Ninguém vê tempestades
Numa expressão implacável de serenidade.
Já nada me faz parar para te chorar
Limitei o meu luto à minha alma…
Como a noite que caiu relembro a tua imagem
A tua presença, a perfeição adónica do teu ser…
Relembro mais uma vez que perdi o comboio
Que te deixei ir sem desapertar o nó da minha alma
Já limitei as lágrimas apenas ao meu coração
Já não tenho mais olhos para te chorar…
Ainda assim o pranto não cedeu… não morreu…
Algum dia acabará por me matar…
Nem que me transforme apenas num corpo
Que inanimado espera o beijo do anjo da morte…
Bolas, que raio de vida
Sabes, sinto-me incompleta
Sufocada, abafada nesta espécie de vida
Tal como ao vazio, resta-me o vazio insaciável desta vida…
O vazio desta inexorável forma de sofrer
Ninguém vê tempestades
Numa expressão implacável de serenidade.
Já nada me faz parar para te chorar
Limitei o meu luto à minha alma…
Como a noite que caiu relembro a tua imagem
A tua presença, a perfeição adónica do teu ser…
Relembro mais uma vez que perdi o comboio
Que te deixei ir sem desapertar o nó da minha alma
Já limitei as lágrimas apenas ao meu coração
Já não tenho mais olhos para te chorar…
Ainda assim o pranto não cedeu… não morreu…
Algum dia acabará por me matar…
Nem que me transforme apenas num corpo
Que inanimado espera o beijo do anjo da morte…

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