
Dor,
Porque prefiro senti-la a não sentir nada
a deixar alastrar o buraco no âmago soturno do meu peito.
Nada que se possa explicar pela raiva ou pelo ódio,
Dor,
tudo o que sobrou do vazio que deixas-te.
Como uma lua perdida
nas órbitas celestes de onde desapareces-te
Dor,
Apenas a intensa e incessante Dor de te perder…
Porque prefiro senti-la a não sentir nada
a deixar alastrar o buraco no âmago soturno do meu peito.
Nada que se possa explicar pela raiva ou pelo ódio,
Dor,
tudo o que sobrou do vazio que deixas-te.
Como uma lua perdida
nas órbitas celestes de onde desapareces-te
Dor,
Apenas a intensa e incessante Dor de te perder…

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