
Falar em monólogo contigo
Que castigo…!
Fosse eu telepata ou vidente
fosse eu mais que apenas gente
mas não sou…
Mantenho-me confinada
como qualquer outro humano
mortalmente fraca e inútil
limitada a 5 insuficientes sentidos apenas…
Queria saber como estás,
obter respostas tuas nesta hora de Solidão,
de Tristeza, de Raiva…
Mas limito-me a um único laivo dessa tua alma destroçada
limito-me a ter acesso a um desabafo de Dor,
de Raiva… talvez, quem sabe?...
que me revolve o estômago até as entranhas
ao questionar-me do seu significado,
da sua intenção…
Fosse eu capaz de ler pensamentos
e esta duvida persistente não me mataria tanto a alma.
Fosse eu capaz de ler pensamentos
e saberia quais os teus planos,
saberia em que recônditos temerosos tuas alma vagueia…
Assim, limitada
confino-me a perguntar-me
se amanhã ainda será tempo
ou será tarde demais…
Mas não, raio de monólogo
Responde-me!
Não, não, não,
recuso-me a pensar em tal barbaridade
recuso-me a pensar que tal enormidade
possa ser sequer possível…
Os monólogos matam.
Os monólogos moem.
Ai! Duvida, indecisão, raios…
E tu não respondes... que faço eu contigo?
Será amanhã tarde demais… Diz-me!
Responde! Bolas!
Que faço eu com a dúvida,
que faço eu contigo,
que faço com os entretantos da Dor?
Que castigo…!
Fosse eu telepata ou vidente
fosse eu mais que apenas gente
mas não sou…
Mantenho-me confinada
como qualquer outro humano
mortalmente fraca e inútil
limitada a 5 insuficientes sentidos apenas…
Queria saber como estás,
obter respostas tuas nesta hora de Solidão,
de Tristeza, de Raiva…
Mas limito-me a um único laivo dessa tua alma destroçada
limito-me a ter acesso a um desabafo de Dor,
de Raiva… talvez, quem sabe?...
que me revolve o estômago até as entranhas
ao questionar-me do seu significado,
da sua intenção…
Fosse eu capaz de ler pensamentos
e esta duvida persistente não me mataria tanto a alma.
Fosse eu capaz de ler pensamentos
e saberia quais os teus planos,
saberia em que recônditos temerosos tuas alma vagueia…
Assim, limitada
confino-me a perguntar-me
se amanhã ainda será tempo
ou será tarde demais…
Mas não, raio de monólogo
Responde-me!
Não, não, não,
recuso-me a pensar em tal barbaridade
recuso-me a pensar que tal enormidade
possa ser sequer possível…
Os monólogos matam.
Os monólogos moem.
Ai! Duvida, indecisão, raios…
E tu não respondes... que faço eu contigo?
Será amanhã tarde demais… Diz-me!
Responde! Bolas!
Que faço eu com a dúvida,
que faço eu contigo,
que faço com os entretantos da Dor?

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