
Não era preciso dizerem-nos pois não
Nem sempre o tempo cura as dores da alma
Para quê tanto superficialismo
Tantas palavras caras para falar do que sobrou de nós
Para quê lamentar algo que foi
Para quê lembrar-te constantemente
Da inconstância do que sinto
Para que tantas barreiras para simplesmente
Admitir que não te esqueci
Há um olhar inquieto em cada um de nós
Há uma ferida que ainda não foi sarada
Que nos diz que não esqueceremos assim
Não tão facilmente
E que este carrossel inconstante vai continuar a rodar
Como um jogo inquebrável
Até um de nós quebrar a corrente invisível
Só porque mesmo através da distância e da saudade
Continuarás a ver o meu disfarce…
Nem sempre o tempo cura as dores da alma
Para quê tanto superficialismo
Tantas palavras caras para falar do que sobrou de nós
Para quê lamentar algo que foi
Para quê lembrar-te constantemente
Da inconstância do que sinto
Para que tantas barreiras para simplesmente
Admitir que não te esqueci
Há um olhar inquieto em cada um de nós
Há uma ferida que ainda não foi sarada
Que nos diz que não esqueceremos assim
Não tão facilmente
E que este carrossel inconstante vai continuar a rodar
Como um jogo inquebrável
Até um de nós quebrar a corrente invisível
Só porque mesmo através da distância e da saudade
Continuarás a ver o meu disfarce…

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