quinta-feira, 22 de maio de 2008

Já não quero Saber


Já não quero saber, é hoje
Hoje vai sair tudo
Chateia-te, faz o que quiseres…
Renega-me se for preciso
A minha alma está entupida de revolta
Toda eu sou uma casa de cartas à beira da ruína
Toda eu espero ser capaz de me refazer destes recônditos
E toda eu espero que isto não seja o fim de algo que nunca começou
Se tiver que ser assim… Que o seja.
Já não suporto mais

Não sou capaz de me acalmar ou de acalmar a revolta que sinto
Não sou capaz de abafar com panos quentes esta lembrança
Este pesar, este sentir, estas ondas de ressentimento que fluem livremente agora
Não sei se vou gritar como uma louca ou desabar em lágrimas
Simplesmente vou dançar ao som de um ritmo que não controlo.

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